Amaral: de origens humildes ao estrelato no futebol

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O sucesso de Amaral se deve aos seus talentos (e títulos!), principalmente, como futebolista.

Mas, muito além disso, está um guerreiro que saiu das origens humildes para se tornar uma das personalidades mais queridas do Brasil.

Alexandre da Silva Mariano nasceu em 28 de fevereiro de 1973 em Capivari, cidade do interior de São Paulo.

Antes da sua ilustre carreira profissional, por exemplo, chegou a morar no porão de uma casa e trabalhou como catador de papelão, engraxate e atendente da cantina de sua escola.

Amaral/Polenmais
Amaral/polenmaisTambém foi funcionário de uma funerária, onde exerceu as funções de carteiro, limpador e até mesmo carregador e maquiador de cadáveres. Enterrou o próprio pai, com quem teve pouco contato.

Foi descoberto pelo professor Bolinha, seu primeiro treinador, para o time do orfanato Lar de Jesus. Ali, mostrou que a sua competência, determinação e companheirismo eram mais fortes do que os duros desafios da vida.

“Quando tinha um jogo importante, um clássico, todos sabiam que eu não iria tremer. Se não tremia carregando cadáver de um lado para o outro, por que iria tremer em um jogo de futebol?”

Assim, revelou-se um exímio jogador de futebol e logo atraiu a atenção do Palmeiras.

Em 1991, iniciou nas categorias de base do time e se tornou um dos grandes ídolos. Inclusive, chegou a jogar no exterior e na seleção brasileira.

Amaral é mais um dos talentos do casting da Polen Para Empresas com uma história muito interessante e inspiradora. Vamos saber um pouco mais?

Destaque no Palmeiras e crescimento como jogador

Ao lado do Alviverde, mostrou a qualidade do seu trabalho e conquistou o Campeonato Paulista de Juniores.

Assim, atraiu a atenção de Vanderlei Luxemburgo e jogou pela primeira vez no Campeonato Paulista contra o Rio Branco. Jogou no Palmeiras entre 1993 e 1997, o que contabiliza em 244 jogos, sendo 149 vitórias. 

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Entre 1995 e 1996, jogou pela seleção brasileira, com a qual conquistou o bronze nas Olimpíadas de Atlanta, numa vitória de cinco a zero contra Portugal.

No entanto, precisou vender a medalha por uma proposta irrecusável para pagar as contas.

O ano de 1996 também trouxe oportunidades no futebol europeu, pois jogou pelo Parma, da Itália, e Benfica, de Portugal.

Apesar de agregar experiência, ele teve problemas para se adaptar à carreira internacional e voltou ao futebol brasileiro.

Foi emprestado ao Vasco da Gama em 1997, chegou a voltar para a Liga Portuguesa, mas o caminho do sucesso era mesmo no Brasil, onde assinou contrato com o principal rival do Palmeiras, o Corinthians.

Com o alvinegro, conquistou o Brasileirão de 1998 e o Paulista em 1999.

Assim, marcou presença em e 62 jogos, sendo 39 como titular. Foram 30 vitórias. Depois disso, foi contratado de vez pelo Vasco, com quem formou um dos melhores times da história.

Depois disso, foi contratado de vez pelo Vasco, com quem formou um dos melhores times da história.

Apesar dos conflitos entre Romário e Edmundo e algumas exigências do ex-presidente Eurico Miranda, Amaral levou ao time sua disposição de trabalhar em equipe para trazer resultados.

Dessa forma, os títulos do super-time vieram. O Vasco conquistou títulos tais quais o Campeonato Brasileiro e a Copa Mercosul, ambos de 2000. O próprio jogador afirmou que este foi o melhor elenco do time em que atuou.

“Naquele elenco do Vasco, se você colocasse a camisa da seleção brasileira, todo mundo jogaria na seleção brasileira.”

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Depois da sua passagem pelo Almirante, foi contratado pelo Fiorentina, da Itália, em que conquistou mais sucesso do que na sua primeira passagem. Além disso, foi titular por dois anos, até que assinou com o turco Beşiktaş.

Em 2003, assinou um contrato com o Grêmio para disputar a Libertadores, mas o time foi eliminado precocemente. Um ano depois, foi para a Arábia Saudita, contratado pelo Al-Ittihad, mas não chegou a jogar pelo time.

Até a sua aposentadoria, Amaral jogou pelo Esporte Clube Vitória, onde disputou a Série B; o Atlético Mineiro, o polonês Pogón Szczecin, o Santa Cruz e o Grêmio Barueri.

Em 2009, foi para o Perth Glory Football Club da Austrália. No mesmo ano, disputou a série A2 do campeonato paulista pelo Grêmio Catanduvense. Depois de uma passagem obscura pela Indonésia, deu uma pausa.

A sua última performance nos campos foi com o Capivariano, aos 42 anos. Ele ajudou a salvar o time do rebaixamento em um jogo e ficou bastante emocionado após a vitória decisiva contra o Ponte Preta.

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Apesar de não ter retornado aos campos, investindo em outros desafios, Amaral declarou aposentadoria temporária, pois o seu físico ainda está em forma para futuros jogos.

Por isso, está à espera de outras oportunidades.

Personalidade da mídia

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“Eu sou um cara que gosta de levar alegria”

Amaral sempre teve desenvoltura em frente às câmeras e o seu talento natural trouxe oportunidades de participações em programas de televisão e destaques nas redes sociais.

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Em 2015, foi anunciado como um dos participantes da oitava temporada do reality show A Fazenda e foi eliminado na primeira semana, em roça contra o cantor Thiago Servo. Recebeu 23,75% dos votos para continuar.

 

Três anos depois, voltou às telinhas da Rede Record, na quarta temporada do Dancing Brasil, onde teve uma melhor participação. Ao lado da dançarina Bruna Bays, somou 312 pontos em 13 danças e foi finalista. Terminou na quarta colocação.

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Em 2022, mostrou ao Brasil que também é um bom cantor ao participar do The Masked Singer Brasil, apresentado por Ivete Sangalo. Na fantasia de cachorro, performou canções como “Tá Escrito” e “Beija-me”, até que foi o oitavo desmascarado.

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Nas redes sociais, faz sucesso. Tem mais de 1 milhão de seguidores no Instagram e até já virou meme pelos vídeos divertidos que posta em situações inusitadas.

Vida pessoal

Já foi casado com Juliana Takemura, com quem teve dois filhos: Maria Vitória Amaral da Silva Mariano e Alexandre Amaral da Silva Mariano (Amaralzinho). O filho também é jogador.

A história de superação de Amaral mostra um jogador que não abriu mão das oportunidades que conquistou.

Após uma infância de batalhas, conseguiu brilhar a ponto de conquistar o mundo com o seu talento.

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Você sabia?

  • Filho de Rosália da Silva e João Bento.
  • O apelido Amaral foi dado pelo avô, inspirado em outro jogador de futebol que também foi titular na seleção brasileira na década de 70.
  • Durante sua carreira ficou conhecido como coveiro, mas nunca trabalhou na função.
  • Foi no time do Orfanato Lar de Jesus em que conheceu o seu melhor amigo, Biro.
  • Também tem sua “pálpebra caída” como uma marca registrada, por causa de uma doença chamada pitose palpebral.
  • Nos anos 90, participou de um grupo de pagode gospel chamado Divina Inspiração, ao lado de Marcelinho Carioca.
  • Participou da série Pé na Cova, de Miguel Falabella.
  • Não sabe nadar.
  • Foi Secretário de Esportes da sua cidade natal, Capivari.

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